Quando se brinca contente, ao despontar da existência, nos folguedos da inocência, nos delírios de criança. A alma, desabrocha; alegre, cândida e pura nessa contínua ventura. É toda um hino: - esperança!"
Para quem diz que "filho não vem com manual." Dicas de mães sobre quase tudo. Diversão, alimentação, educação, vestuário.... a complexidade do assunto traz uma lista sem fim de assuntos a serem tratados.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Feliz semana das crianças!
Quando se brinca contente, ao despontar da existência, nos folguedos da inocência, nos delírios de criança. A alma, desabrocha; alegre, cândida e pura nessa contínua ventura. É toda um hino: - esperança!"
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Jose Saramago- definição de filho

"Filho é um ser que nos foi emprestado para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isto mesmo ! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado.
Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo".
Bolo na Casquinha

A criançada vai amar.
Ingredientes
15 casquinhas para sorvete
1 xícara (chá) de leite
3 ovos
3 colheres (sopa) de margarina
2 xícaras (chá) de açúcar (365 g)
1 xícara (chá) de chocolate em pó (90 g)
2 xícaras (chá) de farinha de trigo (210 g)
100 g de nozes
1 colher (sopa) de fermento
Cobertura de chocolate
300 g de chocolate meio amargo picado derretido
100 ml de creme de leite fresco
modo de preparo
1 - Pegue 15 casquinhas para sorvete e enrole cada uma em um pedaço de papel manteiga (24 cm X 17 cm) formando um cone e prenda o papel com um pedaço de fita adesiva. OBS: Deixe sobrar papel manteiga para cima da casquinha para ser suporte do bolo. Reserve.
2 - Num liquidificador coloque 1 xícara (chá) de leite, 3 ovos, 3 colheres (sopa) de margarina, 2 xícaras (chá) de açúcar, 1 xícara (chá) de chocolate em pó, 2 xícaras (chá) de farinha de trigo, 100 g de nozes e 1 colher (sopa) de fermento e bata bem. (DICA: se quiser colorir a massa, não coloque chocolate em pó, mas gotas do corante alimentício que desejar)
3 - Despeje a massa (feita acima) dentro de cada casquinha enrolada com papel manteiga, preenchendo até ficar com 1 cm de massa para fora da cada casquinha.
4 - Coloque sal grosso em uma fôrma funda até ficar com uma altura de 4 cm e espete as casquinhas neste sal grosso para que fiquem em pé. Leve ao forno médio pré-aquecido a 180 graus por +/- 20 minutos. Retire do forno, cubra com cobertura de chocolate e confeitos coloridos, retire o papel manteiga de cada casquinha e sirva em seguida.
Cobertura de chocolate
1 - Numa tigela coloque 300 g de chocolate meio amargo picado derretido e 100 ml de creme de leite fresco e misture bem.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Roteiro Baby: Clilli Bean lança linha Mom And Me: óculos iguais ...

Roteiro Baby: Clilli Bean lança linha Mom And Me: óculos iguais ...: Em parceria com a Chilli Beans, a Mattel apresenta mais uma novidade da Barbie que promete encantar mães e filhas. Em breve, chegam às l...
Manual de filhos diz: que gracinha!
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Uma imagem diz tudo
terça-feira, 27 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
Videogame a favor do seu filho

Apesar de sempre gerar polêmica, os games podem ser uma diversão saudável. O segredo está no controle dos pais, que precisam estar atentos com o que os filhos se divertem.
Jogos de videogame sempre geram polêmica entre os pais. Afinal, fazem bem ou mal para as crianças? Para a psicóloga Andréa Jotta Nolf, do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática (NPPI) da PUC-SP, as crianças de hoje não conhecem o mundo sem tecnologia. Portanto, não seria possível privá-las do videogame.
A questão está no limite desta exposição. “Apesar de ser uma atividade que entretém os pequenos por horas, os pais precisam regular o tempo da brincadeira. Até os 12 anos de idade, a criança não tem controle da intensidade de suas atividades. Então, cabe aos pais esse papel”, diz.
Como diz a psicóloga Prislaine Krodi, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo, se praticado em excesso o videogame pode virar compulsão. E como perceber isso? “Se a criança não pede mais para ir ao parque, deixa de estudar, não se interessa por outras atividades ou não telefona mais para os amigos, é o momento de diminuir as horas de jogo”, diz.
Uma saída para o equilíbrio é oferecer mais opções de lazer dos filhos. Além de jogar videogame, eles devem ter outras formas de diversão, como a prática de esportes ou brincadeiras ao ar livre. Além disso, o game não pode atrapalhar a hora da lição ou do banho. “Os pais precisam criar regras e serem firmes na execução delas. Até pode ser atraente ter algumas horas de sossego, com o filho quietinho em frente à televisão ou computador, mas os combinados devem ser seguidos”, explica.
Em relação aos jogos violentos, Andréa recomenda verificar a classificação indicativa. Caso seja permitido, a atividade pode funcionar como uma “válvula de escape” para a criança. “Esse tipo de game segue a mesma lógica das brincadeiras de mocinho e bandido. É uma forma de catarse”, afirma Andréa.
Prislaine Krodi diz, ainda, que no caso dos games violentos, a atenção deve ser maior com os menores de 7 anos. “Até essa idade, aproximadamente, a criança não separa muito bem a fantasia da realidade”, diz. Uma solução é explicar a diferença do que acontece no jogo e na vida real e, se possível, incentivá-lo a brincar com outro game. “Os pais precisam saber o que o filho está jogando, discutir o que acontece na tela e oferecer outras opções”, afirma Prislaine.
Fonte: REvista Crescer
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