sábado, 30 de outubro de 2010

CCBB- O Mundo Mágico de Escher



Levei meu filho hoje para brincar no CCBB com amigos e aproveitamos para visitar a mostra O Mundo Mágico de Escher que reune cerca de 92 obras, entre gravuras originais e desenhos, incluindo todos os trabalhos mais conhecidos do artista. Escher ficou mundialmente famoso por representar construções impossíveis, preenchimento regular do plano, explorações do infinito e as metamorfoses - padrões geométricos entrecruzados que se transformam gradualmente para formas completamente diferentes.

Uma das principais contribuições da obra deste artista está em sua capacidade de gerar imagens com impressionantes efeitos de ilusões de óptica, com notável qualidade técnica e estética. A exposição também oferece uma série de experiências que desvendam os efeitos óticos e de espelhamento que o Escher utilizava em seus trabalhos, além de um filme 3D.
Foi uma tarde deliciosa para as crianças que se acabaram de tanto brincar nos jardins e também amaram a mostra. Recomendo o passeio. A mostra fica até 26 de dezembro de Terça a domingo, das 10h às 21h. Essas fotos foram tiradas lá e além dessa obra tem muitas outras interativas que as crianças curtiram.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Dicas práticas para ajudar seu filho a aprender a ler e a escrever sem qualquer dificuldade


Acesse http://educarparacrescer.abril.com.br/alfabetizacao/1/ para visualizar o guia de alfabetização com as dicas.

Clube dos brinquedos



Essa dica peguei no blog (http://fotocecilia.blogspot.com/). Por enquanto atende apenas à cidade de são Paulo (com frete grátis). Funciona assim: em vez de comprar brinquedos caros, com os quais o seu filho muitas vezes brinca uma vez e enjoa, você pode alugá-los. Para isso, tem que se cadastrar e virar assinante. Você paga uma mensalidade e recebe os brinquedos em casa.

O site deles é: http://www.clubedobrinquedo.com.br/ComoFunciona.aspx

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Quantas vezes por semana vocês comem juntos?


Pesquisa brasileira mostra que aumentar de duas para quatro o número de refeições em família melhora o desempenho da criança na escola
Comer junto com seu filho é muito mais que garantir que ele vé limpar o prato. Inúmeras pesquisas mostram que os beneficios de sentar juntos à mesa estaria associado ao que os especialistas chamam de aprendizado de valores sociais. Isso estimularia a criança pequena a falar (há mais espaço para a conversa), melhoraria o desempenho escolar (porque a criança tem mais oportunidade de contar sobre os problemas com os pais) e até reduziria a obesidade infantil.

Um estudo recente feito no Brasil pela Unilever comprovou, ainda, o que você já sabe, mas às vezes pode esquecer no dia a dia: a satisfação com o relacionamento familiar também aumenta quando as famílias passam tempo juntas à mesa. A pesquisa avaliou 20 famílias do estado de São Paulo, cujas mães tinham de 30 a 35 anos, por quarto semanas. Os pesquisadores pediram que elas dobrassem o número de jantares em família por semana, de duas para quatro vezes. No começo, os pais acharam que seria uma experiência difícil, especialmente porque televisão e celulares deveriam estar desligados e a refeição tinha de ser preparada em casa. Mas depois de quatro semanas, ficaram surpresos com outro detalhe. Sentiram que a ajuda com as tarefas em casa aumentou, afinal, agora todos estavam presentes (e juntos), enquanto antes as mães faziam tudo sozinhas. Elas contaram também que as crianças se aproximaram mais do pai, e que este, por sua vez, conseguia interagir e participar mais das atividades. As mães notaram ainda que todos ficaram mais relaxados a noite – e não estressados, como acontecia.

Por isso, na próxima vez que você estiver correndo para conseguir chegar a tempo do jantar, pense que, mesmo que por um dia, o esforço vale a pena – e imagine o sorriso que vai ganhar do seu filho quando chegar em casa

Filho... único

Eu adoro ser filho único! Como gosto!

Tive a oportunidade linda e maravilhosa, como venho contando para vocês, de viver uma experiência linda como filho. Tantas e tantas coisas que vivi somente pelo fato de ser filho único. Eu nunca senti falta de uma companhia em casa. Sempre brinquei sozinho, numa boa. Não tinha dificuldade em socializar, em compartilhar as minhas coisas. Isso quem ensina é pai e mãe.

Na verdade, eu tenho mais quatro irmãos por parte de pai. Meu pai se casou outras duas vezes e teve dois filhos em cada casamento. Eu sou o mais velho dos cinco. Sempre tive contato com os dois do meio, que têm quatro anos de diferença entre cada um de nós. As nossas mães sempre tiveram uma boa relação e valorizavam essa irmandade.

Mas, em casa, era só eu… A experiência de ser filho único é boa demais! Antes de casar, enquanto estamos namorando, todo mundo pergunta: “Quando vão se casar?”, ou fazem aqueles comentários: “Vai enrolar a menina até quando?”. Depois de casados, começa a cobrança para se ter filhos. E, quando se tem o primeiro, ou melhor, ainda o primeiro em gestação, já começam a perguntar quando virá o irmãozinho!!! Acho engraçado!

Ainda não sabemos se o segundo virá! A Gabi tem uma irmã, então, tem uma experiência diferente. Fala que é muito bom ter irmão para compartilhar coisas… depois de mais velhos, parece ser bom para compartilhar responsabilidades em relação aos pai e mães. Eu tenho a experiência oposta.

Experiências e vidas à parte, não conseguimos imaginar um segundo filho… afinal, o primeiro ainda nem chegou! Não conseguimos pensar nem em como será a nossa vida com um filho, imagine com dois. Nunca quisemos ter dois filhos, sempre quisemos um. Acho que é uma mistura de receio, medo de bancar muitas vidas. Não financeiramente, mas bancar no sentido da responsabilidade de educar. Admiro quem tem dois, três, quatro filhos! Nem consigo imaginar a rotina de uma casa cheia de gente!

Eu fui criado numa casa só com a minha mãe, vez em quando, a minha avó vinha nos visitar. Sempre foi um ambiente mais tranquilo, sem correrias, cada um em seu espaço. Talvez por isso seja difícil pensar numa casa populosa. Bem, mas é isso! Que venha o primeiro. Que venha a curtição de ser pai e mãe, que venha a afirmação de ser pai e mãe… para, depois, virem outras coisas, outras sensações, quem sabe… a vontade de continuar essa SOPA com mais um… mais uma…
Fonte: http://colunas.crescer.globo.com/sopadepai/2010/10/26/114/

Catapora deixa cidades paulistas em alerta



Eu consegui vacinar meu filho em uma clínica particular. Tinha que dar o reforço da triplice viral (aos 5 anos) e fui informada que poderia dar uma nova vacina que conjuga a triplice viral com a catapora. O preço foi um pouco salgado (220,00 reais) mas vale pela segurança já que os postos não estão tendo a vacina. Nem mesmo na clínica particular eles tinham a vacina da catapora isolada.

"A catapora deixa várias cidades de São Paulo em alerta. No estado já foram registrados mais de 10 mil casos e 15 mortes por causa da doença neste ano. A vacina contra a doença está em falta e, segundo a Secretaria Estadual de Saúde, foram compradas 200 mil doses, mas só 60 mil chegaram aos postos por causa de um desabastecimento mundial. Ainda de acordo com o órgão, um novo lote de vacina chegará em novembro.

Em Ribeirão Preto, já são mais de 2.700 casos. Só neste ano, foram aplicadas 4.500 vacinas e a vigilância aguarda mais doses para terminar os bloqueios em creches. “A vacina não está disponibilizada na rotina. Ela não está dentro do nosso calendário. Se tivéssemos a vacina disponível, num tempo mais hábil você consegue controlar o surto”, explica Elisabete Paganini, coordenadora do Programa de Imunização.

São José do Rio Preto está sem vacina há um mês. Desde o início do ano a cidade registrou 2.137 casos de catapora. A Secretaria da Saúde vacinou mais de 2.800 pessoas. Por causa da falta de vacinas o bloqueio à doença teve de ser interrompido.

Em Marília foram registrados 10 surtos em escolas e 63 pessoas contraíram a doença. Já em Limeira, desde janeiro foram registrados quase 1.700 casos e os postos de saúde estão sem doses da vacina."

Fonte: G1

sábado, 23 de outubro de 2010

Violência na TV


Fui assistir Tropa de Elite ontem e tinha um casal com duas crianças beirando seus 6 e 4 anos na sala. Fiquei tão indignada com o cinema que deixou entrar, com a ignorância desses pais que mal consegui curtir o filme. Toda vez que passava uma cena violenta eu me sentia mal por saber que aquelas crianças estavam presenciando aquelas cenas tão fortes até mesmo para nós que somos adultos e reconhecemos ser reprodução de uma cena que acontece na realidade mas que as pessoas estão apenas representando. Fui correndo buscar pesquisa sobre o assunto para postar no blog. Se alguem tiver algum artigo interessante não deixe de nos enviar.

Violência na TV e nos games deixa os jovens insensíveis, diz pesquisa
Fonte: Correio do Estado

Crianças e jovens expostos à violência em filmes e jogos eletrônicos podem se tornar não apenas insensíveis, como apresentar comportamentos agressivos, segundo estudo publicado na última edição do Oxford Journal of Social Cognitive and Affective Neuroscience. De acordo com especialistas dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, isso demonstra a importância de os pais estarem vigilantes em relação ao conteúdo o qual os jovens têm acesso na TV e através de outros meios.

Na pesquisa, 22 garotos com idades entre 14 e 17 anos assistiram a clipes de quatro segundos de cenas violentas, separadas em três blocos de 20 clipes com níveis de violência muito leve, leve ou moderado. E, após cada clipe, o participante tinha de apertar um dos dois botões disponíveis avaliando se o vídeo foi menos ou mais violento que o anterior.

Avaliando a resposta cerebral desses participantes através de ressonância magnética, além da resposta da pele através de eletrodos nos dedos, os cientistas notaram que os vídeos violentos, ao longo do tempo, vão inibindo as reações emocionais dos jovens, podendo deixá-los “insensíveis” e afetar negativamente seu comportamento. “A nova descoberta importante é que, com o tempo, a exposição a vídeos mais violentos inibe as reações emocionais a vídeos agressivos similares”, escreveram os especialistas.

Além disso, os autores destacam que as descobertas podem ser extrapoladas para o dia a dia, pois os jovens que já assistiam a vídeos violentos em casa apresentavam menos respostas emocionais aos vídeos do estudo.